AQUECIMENTO
GLOBAL...
( O REAL... E O
CONJECTURAL...)
Com
aquecimento global, decorrente do aumento médio da
temperatura de 3° Graus Celsius, numa escala global,
durante este Séc. XXI... Certamente, levará ao clima da
terra a passar pelo um exacerbado desequilíbrio
ambiental...
Aonde, inevitavelmente, virá derretimento das
geleiras e das calotas polares... Afora, o aumento da
temperatura dos oceanos, aumentará a freqüência e a potência
de tempestades, ciclones e furacões, sem falar da potenciação
de efeitos como do fenômeno El Niño... Esse fenômeno
provoca em vários países graves conseqüências climáticas,
como períodos severos de secas no Nordeste do Brasil, como
por exemplo. Trombas-d`água no Pacífico, ciclones ,
tornados e chuvas violentas. Nas condições normais, os
ventos sopram do leste ao oeste no Pacífico Equatorial. Em
outras condições, ligadas a uma alta considerável da
temperatura das águas do Pacífico, as correntes de ventos
se invertem, afetando o clima mundial...
Alem de causar diversas doenças tropicais, tendem a
atingir novas regiões, que antes estavam “seguras” atrás
de barreiras climáticas. Dentre estas doenças destacamos a
malária, a febre amarela e o dengue. Os processos de
aquecimento global, como já disseram tende a aumentar os
desastres naturais tais como inundações, avalanches,
nevascas, furacões, tornados e tempestades. Só para se ter
uma idéia, em 2001 os desastres naturais mataram pelo menos
25 mil pessoas em todo o planeta, com 36 bilhões de dólares
em perdas econômicas... Pelo visto, décadas após décadas,
todo isto, abordado anteriormente, tende a se agravar.
Agora, não dar
para se conceber, que com aquecimento global, os mares e
oceanos aumentarão dos níveis atuais, para mais entorno de
1(um) metro... Apesar dos degelos(proporcional ao aumento da
temperatura) das calotas polares, geleiras de montanhas, e
continentais... Dentro do meu ponto de vista, não vejo razão,
para aumentar os níveis dos mares e oceanos... É sabido
por todos, que realmente, o volume de água desse mencionado
degelo, vai ser um volume colossal, ou melhor, oceânico...
Todavia grande parte desse degelo, tanto no antártico,
como no artigo...A água desses degelos,
engrossam(aumentando as freqüência e volumes) das
“frentes frias” compondo em parte as formações de
chuvas, nos seus
respectivos hemisférios...Além do mais, deve-se ressaltar,
que segundo, a Física Termodinâmica, a liquefação da água,
só começa a se processar, acima de 0(zero) graus Celsius.
Então, como se vê, o aumento de 3(três) graus Celsius, no
aquecimento global, jamais afetaria as condições glaciais,
destas localidades glaciais. E mesmo assim, quando num dos
Hemisférios, Norte ou Sul, for verão, o outro é inverno.
Então, partindo desta premissa, o aquecimento global, nunca
foi, nem é, e nunca será uniforme (homogêneo), ou seja,
quando num dos hemisférios for calor, devido o verão,
haverá degelo, no outro hemisfério, será frio, havendo
congelamento, devido ao inverno...
Agora, Hipoteticamente falando, segundo alguns
estudiosos da ciência oceanográfica, conjeturam, mesmo que
todas as calotas polares e os icebergs existentes nos círculos
polares, ártico e antártico, se descongelassem, os níveis
dos mares e oceanos, subirão até 6m(seis) metros.
Isto naturalmente, seria
impossível, até porque para de fato, isto acontecesse um
dia, seria preciso que a temperatura do Meio Ambiente Global
subisse até 40(quarenta) graus Celsius, que seria o
Apocalipse da Humanidade e de toda biodiversidade,
principalmente dentro dos trópicos.
Outro pensamento equivocado se refere aos degelos das
calotas polares e os icebergs, é que os estudiosos (oceanógrafos),
não estão levando em consideração o princípio físico/químico,
intrínseco, entre a massa liquida (água) e a massa sólida
(gelo), existente no Principio da Hidrostática da Mecânica
dos Fluidos. A água em estado sólido é menos densa que a
água liquida (água sólida tem densidade de 0.91g/cm³ e a
água liquida tem densidade de 1g/cm³). Por isso o gelo
flutua na água liquida. Esse fenômeno acontece nos lugares
muito frio, como no círculo polar artigo e antártico, pois
a água dos mares e dos oceanos, localizada nestas
mencionadas regiões, à medida que se congelou e/ou se
congela, sobe à superfície, formando os icebergs e as
calotas polares. Agora, segundo ao princípio Hidrostático,
qualquer massa congelada (o gelo), submersa e/ou em emersão
numa massa liquida (a água), quando existe um
descongelamento , quer seja parcial ou total, a tendência
normal, é manter o mesmo nível da massa liquida anterior.
Entretanto, como visto, esse fenômeno, é explicável pela
seguinte razão, quando uma certa massa liquida (água doce
no caso), por ter uma densidade de 1g/cm³, e que uma certa
parte venha se congelar e que, logicamente, virando gelo,
que tem a densidade de 0,91g/cm³. Obviamente, o gelo por
ter uma densidade menor, emergirá devido ao empuxo que a água
exerce de baixo para cima no gelo. No caso das águas
polares, formando seus calotas e icebergs.
Agora, por ocasião de um degelo, a água voltando ao
seu estado natural, ou seja, liquido, o empuxo deixará de
existir, devido à água, ter sua densidade maior do que a
do gelo, o empuxo, funcionava como o agente equilibrador
hidrostático. É que este tão referido empuxo, não é
nada mais ou nada menos, do que a força, ou melhor, a ação
que a água exerce de baixo para cima, sob o gelo.
Entretanto, este fenômeno hidrostático, não passa de uma
simples troca de calor, densidade e conseqüentemente pressão,
entre a água e o gelo. Em síntese, isto quer dizer que, ou
no congelamento, ou no degelo, o nível da água permanece o
mesmo, devido à força de ação e a de reação, entre a
água e o gelo, quer seja no congelamento ou no degelo...
Então, partindo deste citado Principio Hidrostático,
é mais do que obvio, que com os degelos das calotas polares
e de todos os icebergs do Pólo Norte e do Pólo Sul,
repito, nunca os níveis dos mares e dos oceanos subirão...Além
do mais, já que os mares e oceanos, “São Vasos
Comunicantes”...Só aí, existirá um certo equilíbrio
dos níveis dos mares e oceanos....
Entretanto, estes “Estudos Científicos”,
publicados recentemente na mídia nacional e internacional,
como por exemplo,
o Relatório da ONU, concernente ao aquecimento global, não
faz menção sobre as “Perdas”...
Agora, entretanto, segundo, meu ponto de vista, vê
que estes referidos estudos científicos, não estão
levando em consideração, as perdas, ou seja, as perdas com
evaporação (só para se ter uma idéia, a evaporação das
águas marítimas e/ou oceânicas, como queira chamar, são
mais de 3(três) metros, ao ano, por metro quadrado, para se
locupletar o ciclo das chuvas, e que 75% dessa água, não
mais retornam para os mares e oceanos, pois ficam retidas
nos lençóis freáticos, nos mananciais naturais e
artificiais)... Afora, as perdas de biomassas aquáticas
(Fauna e Flora), submersas nos mares e oceanos (só para uma
reflexão, a cada dia, são pescados dos mares e dos
oceanos, milhares e milhares, talvez milhões de toneladas
de peixes). Isto, obviamente, só diminui, numa enésima
parte de milímetro a cada dia... Mas, entretanto,
considerando anos após anos, décadas após décadas, e séculos
após séculos, ao meu vê, representa, muito... Tampouco,
as perdas, devido à deriva dos continentes...
Dentro da própria Oceanografia, se especula que a
cada ano, que decorrente da deriva dos continentes, existe
um deslocamento de um centímetro, entre os continentes...
Isto, evidentemente, anos após anos, décadas após décadas,
abrirá e aumentará as fossas abissais marítimas e oceânicas,
já existentes... Além da elevação dos continentes... Só
para se ter uma idéia o Monte Everest no Himalaia, que tem
uma altitude de 8.848m. A cada 10 anos sobe
5 centímetros
...
Partindo desta premissa, que com a deriva dos
continentes, vem aumentar as fossais abissais e elevação
dos continentes através da existência das eras geológicas...
Uma prova inconteste disto é a permanente elevação do
Monte Everest, com mostrado anteriormente, pois segundo
estudo paleontológico,
já se encontrou até fosseis
de peixe, lá em cima do Himalaia...
Que no tempo da Pangeia, aonde os continentes hoje
existentes, eram um só... Submersos sobre as águas dos
mares e oceanos... Que dentro de “Eras Geológicas”
distintas... Ocorreram e ainda ocorrem às derivas dos
continentes, aonde vieram e ainda vem aflorar
os continentes com suas serras e montanhas, deixando vales e
depressões em suas acomodações... Permanecendo este fenômeno
geomorfologico para sempre... Até o final dos tempos...
Afora, com aumento do aquecimento global, vem o
degelo, que conseqüentemente, vem as “perdas” de
massas das geleiras(polares continentais e de montanhas )...
Principalmente, na Groenlândia(Ilha com dimensão
continental)... E no continente Antártico... Desta forma,
diminuindo substancialmente, suas massas(pressões) sobre
suas crostas continentais... Obviamente, tudo isto, leva a
estes citados continentes(Groenlândia e Antártica) em
“termos”(proporcionalmente) a emergirem... Ou seja,
elevando os seus “Topos” em relação aos seus níveis,
de seus mares e oceanos... Já que os mares e oceanos são
vasos comunicantes... Haverá desta forma, uma melhor
distribuição destes níveis...
Tudo isto, leva a crê, que com aquecimento global, o
invés dos mares e oceanos subirem de níveis... Ou seja, as
água dos mares e oceanos avançarem aos seus continentes...
Elas, obviamente, recuarão...
DO ESCRITOR DO LIVRO:
ÁGUA: A ESSÊNCIA DA
VIDA(www.aguapss.rg3.net
PEDRO SEVERINO DE SOUSA
João Pessoa(PB), 29.04.2007
Leia
no www.google.com.br,
“PEDRO SEVERINO DE SOUSA”LINK
...ASSISTA MATERIA REF. TEMA (REPORTAGEM REDE GLOBO)
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